Foram assim os quatro dias de dança. Dias de encontrar e reencontrar pessoas, encantar e reencantar a vida, dias de ancorar nossa ancestralidade, buscar nossa identidade e nutrir no amor da acolhida a raiz de nosso ser.
Dançantes capixabas e mineiros dando mãos aos cariocas e paulistas, nordestinos e nortistas e vejam só até sulistas. Desconfio que lá do céu, escondidas no cruzeiro, sairam as estrelinhas que vieram participar brilhando nesse canteiro, que se chama Minas Santo, um Minas Santo bem brasileiro.